Esse é o meu BLOG com dicas de viagens que eu já fiz , além de informações úteis para você encontar um roteiro barato e econômico . Sejam todos bem vindos!!!
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Matéria retirada do site : www.ig.com.br em 30/08/2012
Fim de semana em Nova York por US$100
Roteiro econômico pela Big Apple tem teatro, museu e restaurantes. Confira!
New York Times
Thinkstock/Getty Images
Conhecida como uma cidade cara, é possível se divertir em Nova York gastando pouco
Quanto dinheiro você precisa para passar um final de semana em Nova York,
incluindo teatro, museus, cinema experimental, jantares em restaurantes
todas as noites e, de quebra, algumas cervejas? Acha US$100 uma quantia
razoável?
Talvez não, mas você deveria experimentar. Manhattan
até pode parecer o lugar mais caro dos Estados Unidos – é fácil fazer
US$10.000 desaparecerem em um único final de semana – mas, pode também
ser uma cidade barata. Mesmo com apenas US$100, é possível se divertir
sem entrar no vermelho.
Foi exatamente isso o que eu fiz algumas semanas atrás, imaginando um
orçamento e um itinerário que recomendaria a um amigo meio sem grana
que aparecesse para dormir no sofá de casa, em sua primeira visita a
Nova York.
O orçamento: US$40 para alimentação, US$30 para cultura, US$20 para o
metrô e US$10 para as bebidas. O resultado foi um final de semana
exaustivo e estimulante que misturou pontos turísticos clássicos a
lugares insólitos. Tudo o que você vai precisar é de hospedagem gratuita
(caso não tenha amigos na cidade, o site Couchsurfing pode ser uma opção) e uma boa dose de energia.
Veja como meu tempo e dinheiro foram gastos. SEXTA À NOITE
O plano: dobradinha de pizza e teatro, seguida de uma cervejinha. Cem dólares não dariam nem para entrar em um espetáculo da Broadway, mas, em muitas noites aos finais de semana, a cena teatral da cidade oferece várias opções a menos de US$20.
wallyg / Flickr
Public Theater: boa opção cultural
Procurando nos jornais e revistas descobri que o Public Theater tinha em cartaz a peça “Measure for Measure”, de William Shakespeare, na Judson Memorial Church (Greenwich Village), por US$15. Era a primeira produção do programa Mobile Unit,
que já tinha apresentado espetáculos em prisões, abrigos de idosos e
outros lugares. Sem dúvida, um espetáculo diferente – em um palco
redondo e com as luzes acesas –, mas o elenco fez uma boa exibição. A
temporada deste espetáculo já terminou, mas ingressos de teatro a preços
módicos geralmente podem ser encontrados vasculhando listagens, como eu
fiz.
Encontrei o meu jantar pré-teatro no Joe’s, a poucas quadras do
Judson, onde comi duas fatias finas e crocantes de pizza por US$5,50.
Tomei uma cerveja pós-espetáculo (Sixpoint Righteous Rye Ale) ali por
perto, no Bling Tiger Ale House, por US$7,50, gorjeta inclusa. SÁBADO
abakedcreation / Flickr
Suculentos donuts do Doughnut Plant estão incluídos na cota do dia
Escolhi o Lower East Side como meu primeiro
destino. O bairro reúne várias características da cidade em um único
lugar: diversidade (chineses, latinos), revitalização de um bairro (com
coffee shops e boutiques) e história (prédios antigos).
E, é claro, donuts. Uma amiga chilena, Valeria Matínez, acompanhou-me em grande parte do dia. Tomamos café da manhã no Doughnut Plant
(que engorda os nova-iorquinos com omeletes e donuts suculentos deste
1994). Dali, seguimos caminhando em um tour guiado pelo excelente
podcast do Lower East Side Business Improvement District (a organização oferece tours gratuitos, acompanhados por guias, de abril a novembro).
Nós nos divertimos bastante com nossa “narradora invisível”, enquanto
ela falava sobre os detalhes arquitetônicos de prédios de apartamentos
incrivelmente ornamentados; contando a história de Sender Jarmulowsky,
banqueiro russo cujo nome ainda adorna seu edifício de 12 andares na
esquina das ruas Canal e Orchard; e mesmo nos conduzindo à sofisticada
coffee shop Roasting Plant.
Enquanto caminhávamos pela Orchard Street com nossos fones de ouvido,
percebemos que um chinês estava descarregando caixotes verdes cobertos
de um caminhão grafitado. Tinha alguma coisa se movendo dentro dos
caixotes: centenas de sapos nojentos, do tamanho de bolinhas de tênis!
Depois de nos recuperarmos do susto com os sapos, continuamos nosso
tour, que terminou na Katz’s Delicatessen.
Em seguida fomos para a estação de metrô South Ferry, para pegar a Staten Island Ferry, uma balsa gratuita que leva até a Staten Island, oferecendo uma bela vista da Estátua da Liberdade.
Yara Achôa
Pegue a balsa pública para ter uma bela vista da Estátua da Liberdade
Diferentemente do Statue Cruises,
embarcação que leva visitantes a Ellis Island e custa US$ 12, a linha
pública não oferece muito espaço para ficar de pé do lado de fora e
também não para na Estátua da Liberdade. Mas o bom é que não há filas e você pode embarcar 24 horas (a viagem de ida e volta dura cerca de uma hora).
Após desembarcarmos, pegamos o metrô até a Times Square e fomos até o Margon,
um restaurante para almoçar no balcão, situado na rua 46, que serve
especialidades cubanas. Dividimos um sanduíche cubano (US$6) e
costeletas de porco com uma porção gigante de arroz e feijão (US$9) e
completamos com duas cervejas Corona para cada um (US$2,50 cada), que
estourou meu orçamento de bebidas. O almoço terminou depois das 4 da
tarde, quando Valeria e eu partimos para outros programas (menos
frugais).
Peguei o metrô para o Museu Guggenheim,
onde nas tardes de sábado muita gente aguarda na fila pelo período em
que paga-se quanto quiser pelo ingresso, das 5:45 às 7:45. Segundo a
atendente que recebeu meus US$5, o pessoal costuma pagar um dólar (US$17
a menos que o preço da entrada).
Boobooo / Flickr
Inclua o famoso Museu Guggenheim no seu itinerário
Embora diversos museus nova-iorquinos tenham essa política do “pague o quanto quiser” (incluindo o Metropolitan e o Museu de História Natural), todo mundo se sente um pouco sem graça de fazer essa opção. Mas, como o Guggenheim anuncia o período temporário deste tipo de entrada, você pode entregar sua nota de US$1 sem nenhum contrangimento.
No museu, centenas de jovens fizeram o tour quase gratuito para ver a
exposição “Caos e Classicismo: Arte na França, Itália & Alemanha,
de 1918 a 1936”, que mostra o retorno parcial de artistas às formas
clássicas depois da Primeira Guerra Mundial.
Depois de comer algo, decidi gastar US$9 dos US$10 restantes do meu orçamento para cultura (e em outra roubada do MetroCard) em qualquer coisa que estivesse em cartaz no Anthology Fim Archives.
Fui até lá para ver “Pyramidial”, de Castel, filme que eu mudaria o
nome para “Homem Acidentalmente Deixa Ligada Sua Câmera de Vídeo dos
Anos 90 de Baixa Qualidade”. Talvez eu não tenha entendido a questão
experimental, mas acho que não fui o único. Ou melhor, fui sim. Quando
finalmente saí no meio do filme, eu era o último membro restante da
plateia de oito pessoas. O programa custou alguns dólares a menos que
uma estreia, mas a pechincha não saiu de graça. DOMINGO
Aquele parecia um dia ideal para explorar a cultura dos cafés
contemporâneos de Manhattan e preencher um requisito alimentar de um
final de semana nova-iorquino, o bagel com cream cheese. Decidi ir ao Grounded. A casa fica em uma viela, que filtra os pedestres e mantém o público quase só de habitués.
A chuva e a pura inércia me deixaram entalados por lá por deliciosas
horas, até eu resolver gastar meus US$5,46 restantes em um almoço no
Village, mais especificamente no Streecha, restaurante ucraniano em um
subsolo aberto apenas das 10 da manhã às 4 da tarde das sextas, sábados e
domingos. Gastei US$5 em uma excelente xícara de borscht, dois pastéis e
repolho recheado. O público era basicamente formado por mulheres
grisalhas batendo papo em ucraniano, mas tinha também um grupo de
forasteiros que pareciam agradar as mulheres.
Certamente eu não era o único homem desacompanhado a escutar de um
grupo de ucranianas septuagenárias que elas poderiam me arrumar uma “boa
moça ucraniana” para casar. “Excelente!”, disse eu. “Quem de vocês está
disponível?” Suspeito que, pela resposta rápida de uma das senhoras,
elas também já tinham ouvido isso antes: “Ah, não! Somos jovens demais
pra você!”.
Poltrona-cama, 600 horas de vídeos, menu de luxo: a nova executiva da Air France
Companhia aérea investe no mercado brasileiro e renova espaço de luxo de suas seis aeronaves 747 que operam no País
Com a grande oferta de pacotes turísticos no mercado
brasileiro, a Air France resolveu investir na frota que atende o País e
acaba de lançar, em todos os voos que pousam por aqui, a sua nova Classe
Executiva, com 36 poltronas. “O Rio de Janeiro foi a primeira cidade a
receber o novo avião 747 da Air France, pois é um mercado que está muito
aquecido. Antes, o Rio era só um destino turístico, agora é um mercado
para o executivo”, afirmou Marc Bailliart, diretor-geral da Air France
KLM no Brasil, nessa terça-feira (21), em evento no Aeroporto
Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.
Entre as principais novidades da classe estão poltronas
mais longas e espaçosas, que viram camas com dois metros de comprimento e
61 cm de largura. Além disso, elas são ecologicamente responsáveis,
contribuindo para menor emissão de CO2. “Os assentos estão cinco quilos
mais leves, o que contribui para um menor peso do avião e,
consequentemente, para uma menor emissão de gás carbônico”, explicou
Baillart. Leia também: - Primeira classe x classe executiva: qual compensa mais?
O entretenimento a bordo VOD (Vídeo On Demand)
disponibiliza cerca de 600 horas de programação em uma tela touch screen
de 15 polegadas, com entrada USB para vídeos, músicas e fotos. O VOD
oferece uma programação diversificada com noticiários, desenhos,
seriados e os últimos sucessos de bilheteria, traduzidos em até nove
idiomas. Também está disponível um catálogo com mais de três mil
músicas.
O serviço na cabine também teve melhorias. O cardápio
assinado por chefs franceses de renome, como Jöel Roubochon, é trocado a
cada três meses e acompanhados por vinhos selecionados pelo sommelier
Olivier Poussier. O passageiro desfruta de uma verdadeira experiência
gastronômica com uma entrada gourmet, acompanhada de salada da estação;
sugestão de quatro tipos de prato principais; seleção de queijos e trio
de doces gourmet para a sobremesa. Além disso, cestas de biscoitos e
chocolates estão disponíveis durante todo o voo.
Para completar, o viajante que escolher viajar na classe
executiva da Air France ganha uma necéssaire com produtos de higiene da
grife francesa Clarins e tem acesso a Sala Vip da companhia aérea, que
conta com buffet com uma série de quitutes e drinques, computadores com
acesso à internet e até um banheiro com chuveiro. Balcões de check-in
exclusivos e filas preferenciais para alfandega e área de segurança do
aeroporto também são privilégios para os passageiros da classe
executiva.
O preço da passagem gira em torno de $3,5 mil (trecho
entre o Rio de Janeiro e Paris, enquanto uma passagem na classe
econômica custa menos de mil dólares).
Ola pessoal !!!! Visitem os sites da empresas pois nesse final de semana (21 e 22 /07) as empresas estão com promoções da voar agora em Agosto , vale a pena conferir.